domingo, 5 de abril de 2009

Homem ser ingrato (Lauro Araujo)


In-sentimental,

porém se julga.

Um ser tão formal e não banal

Voraz, veloz, destrói.

Eu o nutro, sem pedir nada em troca.

Excesso respeito e compaixão.

Assim também como a união.

Porém nunca de fácil obtenção.

Homem tão violado

Que nem pode imaginar a minha dor.

Meu sofrimento, minha agonia. Agonizo sem socorro,

grito sem resposta.

Morro aos poucos

Pelas mãos daqueles que zelei pelo corpo.

Violada a todo instante

Destruída,

usurpada,

ignorada.

Apenas mais uma pobre mata

Que antes podia ser denominada fechada Arrogância,

ignorância,

tanta ganância.

Que na ânsia,

esquecem das lembranças.

Um dia,

um sonho de um mundo melhor.

Sei imagina que no futuro o tornaria pior.

Destruição, desnutrição, sem reflexão.

Apenas mais momentos de aflição.

Pobres miseráveis, que não sabem.

Os malés que se causam ao me machucar.

Tão inteligentes e ignorantes ao mesmo tempo.

Á bichos irracionais dominados pela ganância

Envergonham a mim

Que os queria deixar minhas heranças

Porém ainda permaneço aqui.

Clamando por atenção e preservação

Pois minha morte significa a sua.

Pois a minha vida e tua.
Sorrio ao ver,
os poucos que lutam por mim.
Defendem-me como garras e unhas.
Trazendo a esperança de um mundo melhor.
Sem caos e com paz.
Sou a natureza e possuo inúmeras belezas
Me expresso das mais diversas maneiras
O que desejo pra te, homens e o que há de melhor.
No entanto se permaneceis agindo brutalmente
Sereis severamente punidos.
Aprenderam a não destruir aquilo que é seu abrigo

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