domingo, 14 de junho de 2009

Choque cultural: conflitos mundiais (Lauro Araujo)

Estamos em uma época em que a necessidade de mantermos relações sociais se tornou de fundamental importância para ocuparmos status e até mesmo por uma questão de auto-realização. No entanto esse processo de globalização e multiculturalismo parece se dá de maneira muito dinâmica a ponto de fazer com que muitos indivíduos não a acompanhem.

A necessidade que muitos Estados ou mesmo indivíduos possuem de estabelecer uma política hegemonia, tem levado o mundo a contínuos conflitos violentos, que ganham proporções maiores a cada dia. Infelizmente o dialogo tem sido um o recurso pouco empregado. Os indivíduos e Estados que fazem uso dessa ideologia hegemônica, tem como ferramenta uso da força para determinar a sua superioridade e conseqüentemente, estabelecer a sua dominação.

Uma política intervencionista e o incentivo ao desenvolvimento bélico, tem sido o meio utilizado por vários Estados como maneira de obtenção de status. A construção de ideologias débeis que são formadas pelos meios de comunicação em massa, que leva os indivíduos a terem uma visão simplória dos fatos que ocorrem na sociedade atual, criando assim preconceitos, dogmas e tendo ações discriminatórias, serve para criar uma população alienada que aceita de maneira fácil os falsos argumentos criados por seus governantes para justificar suas ações arbitrarias.

Nessa luta por espaço, pra defender sua cultura, para impor sua cultura em territórios alheios, enfim na vontade de dominar contra a resistência de ser dominado, tem levado a essas relações tão caóticas. A falta de poder dá minoria oprimida, faz com essa busque medidas radicais para defender os seus patrimônios culturas e econômicos. As conseqüências dessa guerra “invisível” nós sentimos muito bem e não as esqueceremos facilmente, um bom exemplo está no 11 de Setembro (World Trade Center)!

Na sociedade capitalista o individuo é valorizado devido à quantidade de bens possui, no entanto tal sistema político é muito individualista, isso desenvolve uma grande barreira para que o se possa obter um espaço dentro desse universo, sendo assim o individuo na busca de sua valorização acaba se associando em determinados grupos que possuem uma ideologia equivoca que incentiva a violência como meio de conseguir a visibilidade tão necessária dentro da sociedade.

Creio que a questão de maior destaque aqui! É quando conseguiremos desenvolver uma política universal de educação que saiba aborda as mais diversas culturas de maneira a não desrespeitá-las, de maneira incentiva o respeito mutuo como maneira de obter uma sociedade mais pacífica e mais acessível a todos e a todas. Qual o caminho que devemos seguir para alcançar tal objetivo?

Outra pergunta que me faço constantemente e se permanecemos assim! Agindo de maneira a violar o direito alheio, de modo apenas a buscar benefícios próprios, até que ponto a sociedade resistirá a esse aumento de violência?

Não tenho duvidas que podemos e devemos ser protagonistas de uma nova realidade. Parece uma grande utopia nós realizarmos uma grande revolução na sociedade, pois fomos doutrinados a sobreestimar nossa capacidade de intervenção nela, no entanto não podemos esquecer que somos nós que a compomos, por isso cabe a nós ditarmos as mudanças que nelas ocorreram.

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