domingo, 14 de junho de 2009

Um tratamento igualitário isso e mais nada ( Lauro Araujo)

Conduções lotadas, ruas não pavimentadas, córregos abertos, violência constante, humilhação sofrida por parte do Estado e dos seus aparelhos de dominação e repressão, sistema de saúde precário, alimentação inadequada, enfim todos os meios de desrespeito contra a pessoa humana, contra o cidadão. Infelizmente essa não é uma realidade isolada, pelo contrário, creio dividi-la com a maioria dos leitores que freqüentam esse blog.

Devido à inadimplência dos nossos “representantes” enfrentamos essa tão caótica realidade. Os centros educacionais permanecem sendo usados como aparelhos ideológicos do Estado, desenvolvendo cidadãos passivos, desprovidos de criação, apenas com a mínima condição de adaptar-se a determinadas circunstâncias. Tal fato contribui e explica o motivo da omissão da população perante aos maus-tratos vivenciados cotidianamente.

A nossa realidade é ruim e tende sempre a piorar! Ainda que não queiramos acreditar nisso, presenciamos rotineiramente um aumento no índice de violência, sucateamento da educação e a decadência na saúde. A nossa ignorância é a grande arma que nossos governantes possuem. É uma arma muito perigo e eficiente, pois nos cega, nos fere sem que percebamos, nos fazem lutar contra nós mesmos, em busca de status e espaço na sociedade, sendo que nunca conseguimos nos desenvolver, um bom exemplo está no trafico de droga, onde o jovem aliciado nunca consegue desenvolver-se economicamente, tudo que consegue é apenas viver em um mundo de medo e ilusão.

Somos oprimidos e nada fazemos contra tais ações, não conhecemos a Constituição da Republica Federativa do Brasil, conseqüentemente desconhecemos Dos Princípios Fundamentais, Dos Direitos e garantias fundamentais. Tais leituras são de fundamental importância para a sociedade como todos, para que a relação Estado X cidadão se dê de maneira justa, sem qualquer ato de opressão, mas sim com respeito e dignidade merecida que cada individuo merece.

O que de fato preocupa-me é por sermos maioria e mesmo assim possuirmos capacidade de ditarmos as mudanças que promoveram mudanças reais as nossas vidas, ou seja, que irão nos beneficiar, que terão o objetivo de alcançar a felicidade universal.

É necessário buscarmos nós conscientizar das ações e do poder que essas representam dentro da sociedade. Devemos buscar obter os espaços que são nossos por direito, ocupá-los e garantir que as leis sejam cumpridas de maneira coerente.

A nossa omissão perante a tais situações acarretam problemas que serão voltados apenas contra nós. Daí nasce uma imensa necessidade de tentarmos mudar essa realidade e construirmos um universo melhor. Cabe apenas a nós lutarmos para isso!

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